O problema que ninguém quer admitir

O IEJO (Imposto Especial de Jogos Online) está a sugar os lucros dos operadores como um mosquito faminto.

Por que o regime atual é um desastre

Primeiro, a taxa fixa de 23% não distingue entre slot de 1 euro e jackpot de milhões; é como cobrar o mesmo preço por um sanduíche e um filé mignon.

Depois, a falta de clareza nas isenções cria um labirinto burocrático que deixa até advogados de cabeça quente.

Impacto direto nos jogadores

Os jogadores sentem o peso no bolso; a margem de lucro diminui, as promoções desaparecem, e a experiência de jogo vira um sacrifício.

Além disso, a evasão fiscal aumenta porque as plataformas buscam paraísos tributários, alimentando um círculo vicioso de perda de receita para o Estado.

A solução que o governo deveria adotar

Ajustar a taxa para um modelo progressivo, baseado no volume de apostas, seria um divisor de águas.

Imagine: 15% até 1 milhão de euros, 20% entre 1 e 5 milhões, e 25% acima disso.

Isso alinha incentivos, protege o consumidor e ainda aumenta a arrecadação.

Como implementar rapidamente

Primeiro passo: criar um comitê técnico independente, com representantes da indústria, da AFJ e da Autoridade Tributária.

Segundo: publicar um calendário de transição de 90 dias, para que todos os operadores ajustem seus sistemas.

E por fim, lançar uma campanha de comunicação clara, usando linguagem simples, para que os jogadores saibam exatamente o que está mudando.

Veja mais detalhes em IEJO fiscalidade jogo Portugal.

O que fazer agora

Se você é operador, revise seus contratos de pagamento e prepare-se para atualizar as taxas nos próximos três meses.

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